terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

TÍTULO ATEU ogsib niala

Comi carne de lesma e tomei esperma de barata neste calor
Li um livro de 0.000 páginas que não continha se quer
uma única palavra sã em suas linhas trans-parentes
Enfiei dois dedos no cu para sentir tesão
Cultivo um furúnculo aceso debaixo do braço da mesa
Em minhas rugas oculto carteiras recheadas de dólares, Todas elas surrupiadas em Bangladeste
Recuso-me em aparar a rudimentar unha que brota em minha testa

De pés descalço visto um chapéu
Orelhas que coleciono depositadas numa colcha bancária
Meus dentes sem pavimentação repousam numa florida gengiva carregada com mau hálito
Um ouvido que não funciona direito, ou esquerdo
Pilhas que também não funcionam e servem apenas para poluir Coisas que não sei, também poluem
Calmaria para menos sofrimento
Profissão não definida
Vagabundoleproso, mocidade arrependida
Ladrilho que-brado, sabonete ressecado, Saliva contaminada
Uma língua apedrejada
Moro de favor, mas não sou eu quem paga o aluguel
Minha grana é uma merreca e não cabe no meu bolso
Tento me calar, mas ainda preciso de tempo, horas se possível
Hoje possuo uma filha 2609, e não sei seu nome.

Para 1 amigo.

2 comentários:

Anônimo disse...

nao nada habitante de lugar nenhum descomeço coisas e agora com medo sumo

bisgodofu

Richard disse...

que tipo de comentario posso ter sobre la podrecion?sua poesia inflama os pulmoes burgueses,e dança numa nuvem louca com dezenas de crianças mendigas cantarolando musicas nunianas. la vida de cabrone es la vida de uno hermano.